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CÂMBIO: Depois de exibir alta, dólar oscila atento à Previdência e exterior
Publicado em 03/07/2019 | 10h24

Porto Alegre, 3 de julho de 2019 - O dólar comercial oscila, após exibir
alta firme frente ao real na abertura dos negócios, reagindo ao possível
atraso na votação da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados, que
deverá ficar para agosto, volta do recesso parlamentar. A expectativa é que o
texto seja votado ainda nesta semana na comissão.

Às 10h07 (de Brasília), a moeda norte-americana operava praticamente
estável (+0,02%) no mercado à vista, negociada a R$ 3,8570 para venda, depois
de oscilar entre R$ 3,8510 (-0,10%) e R$ 3,8720 (+0,44%). No mercado futuro, o
contrato para agosto subia 0,27%, a R$ 3,8640. Lá fora, o Dollar Index tinha
leve alta de 0,03%, aos 96,754 pontos.

Ontem, o parecer final da reforma da Previdência foi lido na comissão
especial da Câmara dos Deputados e manteve estados e municípios de fora do
texto. Porém, a comissão adiou a votação da matéria final, que poderá
começar hoje, e coloca em "xeque" o prazo de votação no plenário da
Câmara, e preocupa investidores com possíveis atrasos.

"O temor é de que os parlamentares não aceitem acelerar o processo, o
que levaria o procedimento para depois do recesso político [a partir de 18 de
julho]. O retorno do processo no próximo mês traria grande impacto negativo em
nosso mercado financeiro", reforça o analista da corretora Mirae Asset,
Pedro Galdi.

Segundo a equipe econômica da H.Commcor, o que o mercado "mais quer" no
momento é ver a aprovação do relatório na comissão especial no máximo até
amanhã para ser votada no plenário antes do recesso no Congresso.

Lá fora, que deverá ter a liquidez impactada com o fechamento do mercado
financeiro norte-americano às 14 horas (de Brasília) à véspera do feriado, o
viés é positivo com expectativas em torno de uma postura mais estimulativa
("dovish") por parte dos dois principais bancos centrais do mundo - o
norte-americano Federal Reserve (Fed) e o Banco Central Europeu (BCE) -
impulsiona os mercados.

A escolha de Christine Lagarde, hoje à frente do Fundo Monetário
Internacional (FMI), para substituir Mario Draghi na presidência do BCE é
vista como favorável à manutenção de políticas estimulativas, destaca o
economista-chefe da SulAmérica Investimentos, Newton Rosa. "E nos Estados
Unidos, o presidente Donald Trump deverá nomear novos membros para o Fed
[Christopher Waller e Judy Shelton] também favoráveis a juros mais baixos",
acrescenta. Com informações da Agência CMA.

Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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