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CÂMBIO: Dólar abre sem rumo, à espera de payroll e atento ao Congresso
Publicado em 01/02/2019 | 10h21

Porto Alegre, 1 de fevereiro de 2019 - O dólar comercial opera sem
direção definida, depois de fechar ontem no menor valor desde o fim de outubro
- após as eleições - além de acumular queda ao redor de 4% em janeiro. No
exterior, o destaque do dia são os números de emprego nos Estados Unidos, o
payroll, aqui, as atenções se voltam ao Congresso Nacional. Além da posse dos
parlamentares, deputados e senadores elegem os presidentes da Câmara e do
Senado.

Às 9h39 (de Brasília), a moeda norte-americana tinha leve queda de 0,05%
no mercado à vista, cotada a R$ 3,6570 para venda, enquanto o contrato futuro
para março subia 0,32%, a R$ 3,6625. Lá fora, o Dollar Index tinha leve queda
de 0,10%, aos 95,485 pontos. Entre as principais moedas de países emergentes, o
viés é de desvalorização ante o dólar.

O destaque do dia no exterior fica por conta dos dados de janeiro do
relatório de emprego dos Estados Unidos, o payroll, que saem no fim da manhã,
com expectativa de criar 174,5 mil empregos, ante a criação de 312 mil vagas
em dezembro.

"É normal que o número de empregos caia em janeiro. E no mês passado
foi um número muito forte. Um payroll com números mais fortes pode dar uma
desculpa para correção do dólar", comenta o economista-chefe da SulAmérica,
Newton Rosa. Isso em meio a forte queda da moeda durante a semana e à cautela
natural dos investidores à véspera do fim de semana.

Por aqui, a Câmara dos Deputados e o Senado Federal voltam à ativa
tomando posse e elegendo os presidentes das Casas. Embora possam haver
surpresas, o deputado Rodrigo Maia, que tenta a reeleição, e o senador Renan
Calheiros, que busca o quinto mandato no cargo, aparecem como favoritos.

"Ainda que pragmáticos, pelo lado negativo. Renan e Maia representam a
velha política em meio à um Congresso renovado. Já pelo lado positivo, podem
trazer ao novo governo trânsito necessário para avançar nas pautas de
congresso como conseguia Temer [Michel, ex-presidente]", avalia o
economista-chefe da Infinity. Com informações da Agência CMA.

Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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