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CÂMBIO:Dólar sobe a R$ 3,97, com acirramento na disputa comercial EUA/China
Publicado em 09/05/2019 | 10h24

Porto Alegre, 9 de maio de 2019 - O dólar comercial opera em alta frente
ao real, desde a abertura dos negócios, influenciado pelo exterior onde
prevalece a aversão ao risco com o acirramento na tensão comercial entre
Estados Unidos e China à véspera de uma possível cobrança de novas tarefas
de produtos chineses.

Às 10h14 (de Brasília), a moeda norte-americana subia 0,78% no mercado à
vista, negociada a R$ 3,9650 para venda, depois de oscilar entre mínima de R$
3,9420 (+0,18%) e máxima de R$ 3,9700 (+0,89%). No mercado futuro, o contrato
para junho tinha alta de 0,92%, a R$ 3,9730. Lá fora, o Dollar Index tinha
ligeira queda, de 0,05%, aos 97,576 pontos.

O economista-chefe da Infinity, Jason Vieira, reforça que Trump, após o
anúncio do retorno das taxações, de 10% para 25%, aliviou o discurso ao dizer
que iria ouvir à comitiva chinesa, para depois, indicar que os chineses haviam
quebrado o acordo e "iriam pagar". Ele acrescenta que, neste "vai e vem", a
volatilidade aumenta e o desmonte de posições de risco cresce com a
proximidade do verão no hemisfério Norte, dando força ao provérbio "venda
em maio e se mande".

Ontem, saiu a decisão de política monetária do Copom (Comitê de
Política Monetária) do Banco Central mantendo a taxa básica de juros (Selic)
em 6,50% ao ano (aa) pela nona vez consecutiva e ao contrário que esperava
parte do mercado, não deu pistas de que cortará os juros no curto prazo.

Enquanto parte do mercado aguardava comunicado do BC um pouco mais
"dovish", a equipe econômica da Capital Markets, avalia como tom neutro, sem
alterações substanciais, que mudasse a interpretação das diretrizes para
política monetária. "Os parágrafos centrais foram mantidos, que avaliam o
arrefecimento da atividade econômica, a simetria do balanço dos riscos e a
indicação de que é necessário avaliar o comportamento da economia brasileira
livre dos efeitos dos choques submetidos no passado e com a redução das
incertezas, o que não deve acontecer no curto prazo", avalia. Com
informações da Agência CMA.

Revisão: Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Agência SAFRAS

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